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Chrysler 300C: anos, versões, fotos, detalhes, motor

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O Chrysler 300C foi a primeira geração do atual sedã executivo da marca americana, fadado ao fim de linha em breve. O modelo se tornou emblemático por seu visual bem nostálgico e por usar motores V6 e V8.

Completamente inserido no estilo americano, o 300C foi um típico sedã local no porte do segmento E e que chegou a dispor de uma variante perua, algo inusitado, dado seu tamanho e proposta.

Considerado um sedã topo de linha do segmento de luxo, sem ser exatamente, o Chrysler 300C era um modelo feito em Brampton, na província de Ontário, mas que também foi fabricado em mais dois países.

Nesse caso, o 300C saiu das linhas da Beijing-Benz em Pequim, China, bem como da Magna International em Graz, Áustria. Este último se destinava ao mercado europeu.

Vale notar que a perua do 300C surgiu para ser vendida fora dos EUA, sendo oferecida no Japão, Oriente Médio, Europa, América do Sul e Austrália.

Chrysler 300C – história

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Feito sobre a plataforma LX, a mesma dos Dodge Charger, Dodge Challenger, Dodge Magnum e Mercedes-Benz Classe E, o 300C compartilhava diversos componentes.

Ele utilizou dois motores V6 a gasolina, um V6 diesel e dois V6 a gasolina, tendo somente transmissão automática e opção de tração traseira ou nas quatro rodas.

Um dos V6 era 2.7 litros e entregava 190 cavalos apenas. O outro era um 3.5 de 250 cavalos, que já tinha opção de tração AWD. O câmbio automático era de 4 marchas no primeiro e 5 marchas no segundo.

No entanto, o V8 era a sensação do Chrysler 300C e havia duas opções a escolher no mercado americano. A primeira era o Hemi 5.7 de 340 cavalos, mas havia o Hemi 6.4 com 425 cavalos, oferecido na SRT8.

Quando surgiu, o sedã da Chrysler dispunha das versões Base, inicialmente, LX, Touring, Touring Plus, Limited, porém, apenas os Hemi recebiam a designação comercial de 300C.

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Chrysler 300C 2008

Uma delas, com motor 6.1, era a SRT8. Isso ainda confunde muita gente, dado que comumente é aceite que o 300M foi a primeira geração, o 300C a segunda e o 300 a terceira.

Por conta disso e por ser conhecido nessa geração como 300C, ele será mantido para todos os derivados do mesmo, feitos entre 2005 e 2010.

Assim como o 300M, o 300C foi vendido no Brasil e somente oferecido com motores V6 3.5 ou V8 5.7, nunca tendo sido servido aqui o SRT8.

Nas importações independentes, muitas versões vieram dos states para atender os mais exigentes.

Há muitos anos, o NA testou um exemplar com motor V6 3.5, colhendo algumas impressões interessantes.

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Na Austrália e Europa, era oferecido um motor diesel V6 3.0 Mercedes-Benz, hoje não mais usado pela montadora. Na época, ele entregava 218 cavalos e um bom torque em baixa rotação.

Para outros lugares no mundo, a perua do 300C era uma derivação com a marca Chrysler da familiar Dodge Magnum, exclusiva da América do Norte.

Medindo 5,015 m de comprimento, 1,880 m de largura, 1,475 m de altura e 3,048 m de entre eixos, com 504 litros no porta-malas e 72 litros no tanque de combustível.

Só a versão V8 5.7 litros permitia acelerar de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos e final de 250 km/h, sendo um sedã bem potente e veloz.

Desenvolvido para substituir a primeira geração (300M), o 300C tinha um visual bem parrudo com linhas musculosas e área envidraçada pequena.

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Inspirado em clássicos do passado, o Chrysler 300C tinha grandes cromados na frente, faróis avantajados e grandes rodas aro 18 polegadas com pneus altos de série 60.

Apesar de ser um sedã grande, o 300C tinha porta-malas pouco pronunciado, apesar do bom espaço interno.

Atrás, lanternas verticais deixam grande parte da lataria exposta, reforçando a imagem de executivo do produto da Chrysler.

Por dentro, o Chrysler 300C era um sedã bem espaçoso com muito couro, tanto nos bancos quanto nas portas.

Além do couro, também havia apliques amadeirados em vários lugares do habitáculo. O painel era preto e a madeira imitava mogno, porém, a parte inferior da guarnição, portas e bancos em cinza.

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Ainda que a proposta fosse premium, o nível de luxo a bordo era pequeno. O painel, apesar da multimídia, tinha ar condicionado automático com comandos físicos.

No banco de trás, por exemplo, só havia difusores de ar, apontando o mesmo nível de conforto de um carro pequeno, mas os bancos eram bem confortáveis e o espaço para as pernas, muito bom.

O Chrysler 300C foi produzido por cinco anos e depois foi substituído pela segunda geração, que manteve as formas básicas, indo até os dias atuais, sempre ameaçado de sair de linha, o que realmente ocorrerá.

A Stellantis não tem planos de manter sedã com motor a combustão para a Chrysler devendo apostar em crossovers, como o Chrysler Airflow.

Qual o valor de um Chrysler 300C?

Chrysler 300C preço: No mercado de usados, é um carro com preços relativamente baixos até, porém, a manutenção é cara e precisa ser feita por especialistas, devido à mecânica, especialmente V8 Hemi.

Por isso, é preciso saber exatamente onde fazer a manutenção do 300C, para manter o sedã em uma condição boa de conservação e dirigibilidade.

Chrysler 300C – detalhes

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O Chrysler 300C tem um visual bem musculoso, com faróis duplos muito grandes, apresentando parábolas com um deles tendo projetor de xenônio no facho baixo e lente complexa.

Esse conjunto semicircular era acompanhado por uma grade cromada com o logotipo clássico da Chrysler, com direito às “asas” e uma grelha quadriculada.

O para-choque tinha ainda apliques cromados na parte de cima do para-choque, tendo lavador de faróis por causa do xénon, com luzes de posição obrigatórias nos EUA.

Já o para-choque tinha faróis de neblina circulares e grade inferior dividida em três partes. O capô chamava atenção por um vinco central bem pronunciado que ia até perto do logotipo da Chrysler.

Nas laterais, as portas tinham maçanetas cromadas com sensor presencial, além de retrovisores cromados com rebatimento elétrico e desembaçador.

Havia ainda repetidor de direção nos para-lamas dianteiros, bem como luzes de posição traseiras, embutidas nas próprias lanternas.

Também existiam cromados no friso de proteção lateral, assim como no contorno das janelas. Atrás, as lentes das lanternas tinham formato circular no topo.

A tampa do bagageiro era quase toda lisa e tinha o logotipo da Chrysler, além do nome da marca e do modelo.

O para-choque também era bem limpo e trazia moldura superior com friso cromado. Dois escapes cortavam suavemente o para-choque, que ainda tinha um molde retangular para colocação da placa.

As rodas de liga leve eram de aro 18 polegadas e tinham pneus 225/60 R18, sendo “estreitos” e altos para o porte do carro, que podia aceitar bem rodas aro 20 polegadas.

No teto, o vidro de acionamento elétrico tinha tamanho padrão, aceitável na época.

Por dentro, o Chrysler 300C vinha com acabamento todo preto ou dois tons, com a parte inferior em cinza, incluindo o couro dos bancos e portas.

O painel tinha aplique amadeirado com friso cromado ao lado do passageiro, enquanto o volante dispunha na parte superior.

Com couro, o volante tinha acabamento prateado com comandos de mídia e telefonia, bem como piloto automático em haste junto à coluna de direção.

A chave era eletrônica e bastava colocá-la no slot e girar para dar partida.

Já o cluster era analógico com mostradores de fundo branco e detalhes brilhantes, além de display de computador de bordo e indicador de marcha.

O console também tinha acabamento prateado com relógio analógico, difusores de ar verticais e multimídia com CD, USB e Bluetooth. Havia ainda ar condicionado e a direção era hidráulica progressiva.

Os bancos em couro eram aquecidos e havia ajustes elétricos com memória para o motorista, tendo ainda porta-copos com tampa e apoio de braço em couro.

Nas portas, havia frisos cromados, assim como maçanetas internas amadeiradas. Além dos vidros e retrovisores, havia também comando para abertura do porta-malas.

A alavanca da transmissão em couro tinha aplique amadeirado e o seletor era em estilo escada, como na Mercedes-Benz. O acabamento da base era cromado e havia opção de mudança manual.

Havia ainda porta-luvas com iluminação e resfriamento, console do túnel com acabamento amadeirado, além de pedal do freio de estacionamento.

Atrás, havia bastante espaço para as pernas e difusores de ar, com as portas tendo o mesmo acabamento das dianteiras.

O banco era bem confortável com três apoios de cabeça e apoio de braço central com porta-copos. Havia acesso ao porta-malas através deste espaço.

No bagageiro, que tinha dispositivo anti-sequestro, a abertura era elétrica e havia iluminação com estepe sob o assoalho. Tinha 504 litros de espaço útil.

Chrysler 300C – versões

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  • Chrysler 300C V6 3.5
  • Chrysler 300C V8 5.7

Equipamentos

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Chrysler 300C V6 3.5 – Motor V6 3.5 com transmissão automática de cinco marchas, mais tração traseira, incluindo ainda faróis duplos, grade cromada, faróis de neblina, rodas de liga leve aro 18 polegadas e pneus 225/60 R18.

Maçanetas cromadas, luzes de posição, retrovisores cromados, sensor presencial, vidros verdes, vidro térmico traseiro, para-brisa degradê, frisos cromados, protetor de portas com friso cromado e alarme.

Sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, porta-malas com abertura elétrica, teto solar elétrico, duas saídas de escape, freios ABS, controle de tração, controle de estabilidade e assistente de partida em rampa.

Airbag duplo frontal, airbags laterais e de cortina, freio de estacionamento por pedal, multimídia com CD/Bluetooth/USB/Auxiliar, detalhes amadeirados, revestimento em couro, bancos e portas em couro e assentos dianteiros com ajustes elétricos.

Banco do motorista com memória e ajuste lombar, apoio de braço dianteiro com porta-objetos, ar condicionado, direção hidráulica, direção com ajuste em altura e profundidade, e piloto automático com limitador.

Vidros elétricos, retrovisores elétricos com rebatimento elétrico e desembaçador, travamento central elétrico, retrovisor interno eletrocrômico, chave eletrônica presencial e para-sois iluminados.

Alças de teto, luzes de leitura dianteiras e traseiras, cintos de segurança completos, Isofix, Latch, sistema de som com oito alto-falantes, apoio de braço traseiro com porta-copos e difusores de ar traseiros.

Porta-malas iluminado e com acesso ao interior do carro, temporizador dos faróis, sensor crepuscular, sensor de chuva e fonte 12V.

Chrysler 300C V8 5.7 – Itens acima, mais motor V8 5.7 e faróis de xenônio.

Chrysler 300C – motor

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O Chrysler 300C teve ao todo cinco motores, sendo quatro de própria origem e um feito pela Mercedes-Benz. Os motores da série LH eram os V6, com o Hemi para os V8 e o OM642 da Daimler-Chrysler.

A série LH foi criada não para a plataforma LX e sim para a própria LH, dos anos 60. Ainda que fosse projetado para carros de tração dianteira, o motor LH foi usado em modelos de tração traseira.

Era um V6 de 90 graus com versões 2.7 e 3.5, ambos com apenas um comando de válvulas por cabeçote, mas a versão Magnum tinha duplo comando de válvulas, além de dispor de 24 válvulas.

O modelo usado no 300C é o EER com comandos acionados por corrente no lugar de correia dentada e tinha 2.736 cm³, com injeção eletrônica multiponto.

No Chrysler 300C, ele entregava 190 cavalos e 26,2 kgfm, mas sua versão 3.5 litros foi a opção oferecida aqui e esta vinha com comando único e quatro válvulas por cilindro, tendo 3.518 cm³.

Por aqui, eram 249 cavalos a 6.400 rpm e 34,7 kgfm a 3.800 rpm, sendo alimentado por injeção multiponto e transmissão automática de cinco marchas, além de tração traseira.

Outra opção oferecida aqui era o V8 Hemi 5.7, um V8 com bloco de ferro fundido, assim como o V6 EER, tendo comando de válvulas único no bloco, com varetas para acionamento.

Trata-se de uma concepção antiga, usada principalmente nos antigos V8 5.2 da Chrysler, usados no Brasil nos anos 70 e 80. Contudo, os cabeçotes eram em alumínio no Hemi 5.7.

Concepção arcaica, mas muito poder de aceleração, fora o ronco entusiasmante. Tendo 5.654 cm³, o V8 5.7 entregava 340 cavalos a 5.000 rpm e 53,6 kgfm a 4.000 rpm.

Com injeção multiponto, o V8 5.7 tem apenas duas válvulas por cilindro, o que garante ainda mais força em baixa rotação, mesmo assim, rende muito em alta, mesmo com máxima de 5.000 rpm.

A transmissão automática tem cinco marchas com conversor de torque e com tração traseira, assim como no V6. Nos EUA, ainda existiu o Hemi 6.1 da versão SRT8 com 425 cavalos e 57,8 kgfm.

Em 2010, o Chrysler 300C teve ainda a potência do V8 5.7 Hemi passou de 340 para 365 cavalos, o que ajudou muito em sua performance.

Desempenho

  • Chrysler 300C V6 3.5 – 8,0 segundos e 220 km/h
  • Chrysler 300C V8 5.7 – 6,8 segundos e 250 km/h

Consumo

  • Chrysler 300C V6 3.5 – 7,1 km/l e 8,8 km/l
  • Chrysler 300C V8 5.7 – 6,2 km/l e 10,0 km/l

Chrysler 300C – fotos

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